Quarta, 18 de Maio de 2022

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Secretaria de Saúde de MG mobiliza municípios para evitar epidemia de dengue

Nas últimas quatro semanas, cidades de MG registraram 3,8 mil casos prováveis da doença; incidência é considerada alta ou muita alta

11/05/2022 às 11h02 Atualizada em 11/05/2022 às 11h08
Por: Redação Fonte: Secom Minas Gerais
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Raul Santana / Fiocruz
Raul Santana / Fiocruz

Diante da alta incidência de casos de dengue em 17 municípios da Superintendência Regional de Saúde (SRS), a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG) enviou uma equipe com técnicos, motoristas, veículos e equipamentos para fazer a aplicação do inseticida nas cidades afetadas em Minas Gerais , entre outras ações. O objetivo da iniciativa é reforçar o trabalho de campo das equipes municipais no combate ao mosquito e conscientizar a população sobre cuidados para combater e evitar a dengue.

"A cada três anos, temos um pico de casos de dengue", explica o secretário da SES-MG, Fábio Baccheretti, “foi assim em 2013, 2016 e 2019 e estamos em 2022. Geralmente, o aumento ocorre em março e abril. Como estamos em maio e tivemos um pequeno crescimento, não acredito que isso vá se prolongar”. 

No entanto, todo cuidado é pouco. Para evitar uma epidemia no estado, equipes da secretaria são enviadas para realizar força-tarefa em regiões de mais incidência da doença. As ações envolvem visitas domiciliares para o controle e redução do vetor, além de conscientização e mobilização da população. “Todo mundo sabe como evitar a dengue, em ações como cuidar da limpeza da casa, não deixar água parada, tampar caixas de água”, reforça o gestor.

Pprefeitos, gestores de saúde e profissionais de epidemiologia estão sendo mobilizados para discutir e alinhar um conjunto de ações para reduzir os riscos de epidemia de dengue. O índice de infestação do mosquito é crescente nos municípios.

Ações integradas

O alinhamento de medidas do Governo de Minas e dos municípios passa também pela integração da Vigilância em Saúde e a Atenção Primária à Saúde. Para a superintendente Kátia Gonçalves, o processo de integração requer um planejamento por parte do Crea, e o eixo principal é a ampliação da rede de capacitação e formação dos profissionais. “O resultado é a otimização do tempo das visitas domiciliares, a produção de registros mais completos, atendimento aprimorado e redução da incidência de endemias”, observa.

 

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